sábado, 15 de janeiro de 2011

"O melhor do tuning, rachas nas ruas e perseguições policiais. Need for Speed agora é online e gratuito!"

O mundo de Need for Speed acaba de se tornar ainda maior. Não se trata de mais um game para você arrepiar pelas ruas da cidade, mas de uma cidade inteira de pilotos destemidos! Esquente seus motores e frite pneu em perseguições policiais. Enfim um Need for Speed online completamente gratuito!
Cada corredor com quem você cruza pelas ruas da cidade é outro jogador assim como você. Abuse do tuning para envenenar sua máquina e impor respeito com o ronco do motor! Dentro de Need for Speed World ninguém vai ficar parado atrás do volante.
Das pistas para as ruas!
Toda essa febre com os carros envenenados começou com o Need for Speed Underground. Em vez de apostar nas máquinas mais cobiçadas do planeta, o game estreava um atraente sistema de customização. Também foi a primeira vez que as luzes da cidade tomaram o lugar das estradas ensolaradas.
Prepare-se para algo  completamente novo!
Não demorou para que os possantes fossem soltos nas ruas, e os games que vieram na sequência deixavam o piloto passear à vontade pela cidade e tirar rachas com qualquer um que cruzasse o sinal vermelho. Reguindo à risca a receita de sucesso de games de Underground 2, Most Wanted e Carbon, Need for Speed World foca toda sua atenção na adrenalina das corridas de rua e no tuning.
E a simulação, onde fica?
Para agradar a todos os públicos, Need for Speed se desmembrou em gêneros ligeiramente diferentes. Os fãs dos circuitos e das corridas realistas se esbaldam com o belíssimo Need for Speed Shift, já os jogadores casuais se divertem com as máquinas iradas de Need for Speed Nitro.






Download:
FLVMP43GP
As perseguições policiais e passeios alucinados pela cidade ficam a encargo de Need for Speed World. Mas em vez de desafiar corredores controlados pelo computador, aqui cada máquina possui um piloto de verdade. Se depender da popularidade de Need for Speed, não haverá carros de passeio pelas ruas.
Aerofólio, neon e óxido nitroso
Carrões agressivos, acessórios esportivos e peças para envenenar o possante? “Yeah, baby!” Need for Speed World tem tudo isso com o maior nível de customização jamais visto na série. Se você pensa que a configuração de fábrica do seu veículo já é poderosa, espere só até adicionar algumas centenas de cavalos debaixo do capô e ver sua nave comer asfalto.
Perseguições alucinantes!
Mas nada como dar uma boa aparência ao possante: claro que as saias, aerofólios, luzes de neon e rodas de liga leve estão presentes no game. Já a identidade final dos carros fica por conta das pinturas e das até 30 camadas de adesivos personalizáveis. Tenha a certeza de que não haverá outro carro igual em toda a cidade.
Power-ups
Mesmo que a experiência multiplayer online seja uma novidade para a série, os desenvolvedores sentiram que faltava algo de especial para as máquinas de Need for Speed World. Surgiram então os power-ups, aqueles itens que você usa no meio da corrida para deixar seus oponentes para trás.
O bom e velho nitro!
A lista é grande e conta com nitros de intensidade diferentes, artimanhas para prolongar a corrida ou atrapalhar seus adversários e técnicas para escapar da polícia. Conforme sobem de  nível, os jogadores escolhem em qual habilidade desejam evoluir como em um jogo de RPG.
O melhor de dois mundos
Não é só o estilo que lembra em muito o Most Wanted e o Carbon: o cenário de Need for Speed World conta com as cidades de ambos os títulos. A diferença é que os gráficos ganharam um acabamento muito superior e por vezes se adaptaram para diferentes horas do dia. Espere só para ver aquele cenário familiar com um acabamento de última geração.
Cenários imensos e remodelados.
Completamente grátis?
Como dito, qualquer um pode se cadastrar e jogar Need for Speed World gratuitamente. No entanto, os jogadores que adquirem o “Starter Pack” levam vantagem na competição. Além de começar com carros já preparados, os jogadores que pagarem pelo pacote garantem certa quantia na moeda do jogo.
Até aí tudo bem, mas quem adquire o pacote tem direito a evoluir 40 níveis a mais que os demais jogadores. Isso mesmo, todos podem jogar gratuitamente, mas será difícil um piloto gratuito competir com os privilégios da versão paga. Aos interessados, o pacote está à venda no site oficial do game, pelo preço de R$ 40.
Gerenciador de downloads
Atenção: o arquivo que você vai baixar é um gerenciador de downloads, sendo que este fará o download completo do game.


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"Evite a extinção da raça humana ao ajudá-la a conter a invasão de robôs alienígenas no planeta-colônia Calypso!"

Planet Calypso é um jogo que faz parte do Entropia Universe e que possui economia real: o dinheiro adquirido no MMO é convertido em dólares estadunidenses (quase o dobro do real brasileiro). Sua história conta a verdadeira odisseia da humanidade em busca de planetas habitáveis – após a Terra ter sido praticamente devastada por guerras e pela falta de recursos naturais. Para jogar é preciso uma conta, clique aqui para se cadastrar.
Como tudo começou
A raça humana começou a sentir a falta de recursos naturais para sobreviver e geriu várias guerras entre si até perceber que isso não os traria de volta. Uma terrível luta contra a natureza foi travada, mas sem nenhum sucesso. Como última esperança, foi iniciada a campanha espacial em busca de minérios de outros planetas.





Download:
FLVMP43GP
As aventuras espaciais dos humanos encontraram diversos pontos do sistema solar onde era possível extrair materiais úteis para a Terra, porém, as tecnologias existentes ainda eram muito obsoletas para manter esse projeto de expansão interplanetária. Então, graças à computação quântica, uma nova forma de Inteligência Artificial (I.A.) autônoma foi desenvolvida.
No início, seres humanos e robóticos viviam pacificamente por dependerem uns dos outros. Com a evolução da I.A., tecnologias mais poderosas foram desenvolvidas e o conhecimento do genoma foi dominado. Isso possibilitou que a o conceito de “raça” fosse alterado, pois as várias colônias da Terra espalhadas pelo sistema solar começaram a dar origem a formas “evoluídas” do homo sapiens sapiens até então conhecido.
Dessa forma, mesmo com tonalidades de pele ou formato dos olhos diferentes, agora o termo “raça” passara a definir as diferentes formas dos humanos adaptados aos planetas, asteroides ou estações espaciais em que viviam.
Criação do personagem
Um novo passo da expansão
Já não havia mais qualquer lugar habitável no sistema solar da Terra e era praticamente impossível ultrapassar as fronteiras da via láctea sem romper a barreira da velocidade da luz. Mais uma vez, os robôs salvaram a humanidade com a invenção de várias tecnologias que, em conjunto, eram capazes de gerar tanta energia que explorar o universo inteiro se tornou possível.
Para isso, o projeto Odisseu elaborou naus titânicas e as enviou para explorar o universo. Uma delas, em especial, encontrou um planeta com condições de vida extremamente favoráveis, perfeito para a raça humana se mudar e deixar a Terra para trás. No entanto, sete anos se passaram com a nave na órbita do planeta sem enviar resposta ao centro de operações.
Finalmente, parte dos humanos e robôs dela foi deixada no planeta, enquanto a nave continuava sua odisseia até os confins do universo – devido ao acontecimento similar ao da mitologia grega, esse planeta foi batizado de Calypso.
Primeiros NPCs
O Êxodo
Centenas de anos se passaram desde o início da exploração espacial e dois novos projetos foram criados com o início da colonização de Calypso: Êxodo e Prometeu. O primeiro começou a migração de 9 milhões de seres humanos para habitar o planeta e o outro para procurar o paradeiro das naves do projeto Odisseu.
Não muito longe de Calypso, uma das naves do projeto Prometeu encontrou dois planetas decaídos, próximos a um sol vermelho quase morto. Em um deles foi encontrada “vida”: a I.A. usada nos robôs das naves do projeto Odisseu evoluiu absurdamente, a ponto de criar sua própria sociedade – totalmente livre do comando humano.
Combate
A revolta dos robôs
Cientes dos visitantes, os robôs começaram um ataque fulminante. Contudo, ele não aconteceu somente contra a nave de patrulha, mas também de forma inesperada: todos os robôs deixados para trás em Calypso se revoltaram a começaram a matar todos os humanos que encontravam.
Não demorou muito e naves utilizando tecnologias nunca antes vistas apareceram para invadir e tomar Calypso. O governo da Terra tomou conhecimento disso e mandou reforços para repelir os ataques, que foram resistidos com muita dificuldade.
Essa verdadeira guerra ainda estava longe do fim, porém já causara consequências pesadas aos humanos: muitas empresas faliram e a economia entrou em colapso. Apesar disso, a partir dos restos de robôs derrotados, os humanos conseguiram usar engenharia reversa para entender e copiar as tecnologias inimigas.
Manufatura
Onde você entra na história
Após a contensão da primeira leva de ataques dos robôs, quebra da economia e aquisição de novas tecnologias bélicas, não sobrou muitas opções de sobrevivência em Calypso. Por exemplo, no início,  você pode se tornar um comerciante, caçador ou minerador – todavia, as opções são diversas e várias profissões aparecem conforme você descobre o jogo.
Quando você começa sua aventura, não há nenhum tutorial automático que o ensine como a jogabilidade funciona. Também não há qualquer objetivo logo no início, mas como as opções são poucas e você é obrigado a fazer algo, as primeiras missões dadas pelos NPCs servem para aprender como funcionam as três primeiras profissões e sobre a história do jogo.
Habilidades
Depois de decidir a aparência de seu personagem, ele aparece na pista de pouso de naves. O único local para onde é possível ir é um edifício. Logo na entrada, há três atendentes que encaminham você para os professores de caça, mineração e manufatura.
Para caçar, é necessário ter uma arma, a qual é dada para que as missões do tutorial sejam cumpridas. Todas envolvem matar uma espécie específica de monstro e voltar vivo ao professor. Caçar e minerar são profissões de coleta, sem elas, não é possível manufaturar qualquer coisa – essa profissão usa os materiais adquiridos por meio das outras.
Para minerar, basta equipar um sensor e, caso algo seja encontrado, usar bombas para pegar os minérios. Depois disso, você usa uma máquina para transformá-los em barras. O mesmo acontece com a manufatura, pois ao acessar o computador com seu manual de “receitas”, basta inserir os componentes exigidos e esperar o processo acabar.
Missão
Combate e habilidades
Em Planet Calypso existe uma gama enorme de habilidades para treinar. Diferente do que ocorre em outros jogos, você não precisa aumentar seu nível ou ganhar experiência para adquirir pontos de habilidade.
Em vez disso, basta realizar ações que as envolvam para elas aumentarem proporcionalmente. Por exemplo, enquanto você está caçando, é possível aumentar a habilidades Prontidão, Velocidade, Precisão e Armas de fogo – a primeira aumenta caso você mova a câmera com frequência para encontrar monstros, a segunda melhora quando você corre e, as duas outras, quanto mais você atira.
Para interagir com NPCs ou outros jogadores, clique duas vezes com o botão esquerdo ou uma vez com o direito para visualizar as opções possíveis. Tanto para caçar quanto para realizar outras ações que requeiram ferramentas específicas, é necessário equipar o item certo – abra o inventário e selecione “Equip”. Há também como acoplar melhorias em armas e definir qual munição utilizar para deixá-las mais eficientes em situações específicas.
Passeio noturno
Ambiente
Ao interagir com outros jogadores, há uma quantidade enorme de expressões (“Emotes”) disponíveis, por exemplo: dançar, chorar, rir, etc. Manter uma boa relação com quem você encontra é uma boa opção, pois nunca se sabe quando os outros precisarão comprar um item que você possui.
Como o planeta Calypso é muito grande, andar à pé nem sempre é uma opção. Por isso, existem veículos que você pode comprar para se locomover entre curtas distâncias com facilidade. No entanto, é muito mais prático utilizar o sistema de teletransporte para viajar grandes distâncias automaticamente – outras localidades ficam disponíveis conforme você completa missões.
Comandos
  • Teclas W, A, S, D, Z e C: movimentação;
  • Tecla Q: faz o personagem correr;
  • Tecla E: pulo;
  • Tecla I: inventário;
  • Tecla M: mapa;
  • Clique esquerdo: uma vez seleciona, duas vezes interage (ataca monstros);
  • Clique direito: abre o menu de opções (segure para alterar a direção do personagem);
  • Clique central: segure o botão do meio (ou “rodinha”) para mudar o ângulo da câmera sem mudar a direção para a qual o personagem está andando;
  • Esc: abre o menu principal do jogo.


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    "Seus dedos vão fritar no teclado com este jogo gratuito que é extremamente fiel a Guitar Hero e Rock Band!"

    Depois do sucesso dos games Guitar Hero e Rock Band e das suas versões modificadas para computador, tais como Frets on Fire e Guitar Zero, agora chegou a vez dos brasileiros dominarem os palcos com Guitar Rage, um remake em português para você se divertir ao som dos maiores clássicos da história do rock!
    Como adicionar novas músicas
    Jogar Guitar Rage exige músicas – óbvio. Caso você entre no local onde ele foi instalado, no entanto, perceberá que a pasta “Músicas” está vazia, ou seja, não há nada que você possa jogar! Para adicionar músicas nesta pasta, basta baixar os pacotes oferecidos no site do desenvolvedor, ou então, usar um programa de edição de notas para criar suas próprias músicas.
    Em ambos os casos, dentro da pasta “Músicas”, crie uma nova pasta para organizá-las por categorias. Então, acesse-as e crie uma pasta para cada música que adicionar (exceto se você baixá-las pelo desenvolvedor, nesse caso basta criar a categoria e descompactar as pastas dentro dela). Contudo, não perca seu tempo se o seu Windows não for o XP: Guitar Rage não emite os sons nas versões posteriores.






    Download:
    FLVMP43GP
    Dentro da pasta de uma música é necessário haver pelo menos três arquivos, com os respectivos nomes: “song.mp3”, “song.ini” e “song.dat” (ou song.sng). O primeiro contém a música em si; o segundo, informações sobre o artista; e o terceiro, as notas a serem tocadas. Arquivos adicionais servem para filtrar os instrumentos, adicionando-os às opções de jogo.
    Sem esses arquivos, somente a guitarra da música fica disponível. Para adicionar o baixo da música, basta colocar o arquivo “bass.dat” ou “bass.sng” na pasta. Já para a bateria, o arquivo se chama “drum.dat” ou “drum.sng” – essa extensão varia de acordo com o programa de edição usado para criar as notas.
    Na guitarra ou na bateria
    Todas as versões anteriores do game se baseavam em Guitar Hero para a interface. Contudo, agora para a Beta 2.4 foram utilizados elementos de Rock Band, outro jogo do gênero, também muito famoso, o que deixa tudo ainda mais bonito!
    Mas a novidade não para por aí, pois os instrumentos adicionais (baixo e bateria) também estão disponíveis para que você tenha o dobro da diversão!
    Apenas aquecendo
    Para os novatos de plantão — que não querem passar vergonha ao tocarem suas músicas prediletas pelo teclado — há o modo de treino. Ele funciona exatamente como o normal, em que é possível selecionar as dificuldades e instrumentos, mas não o penaliza pelas suas falhas.
    Dessa forma você pode errar à vontade antes de ir para a pancadaria de verdade e aperfeiçoar seus melhores licks de guitarra ou viradas na bateria.
    Músicas para todos os gostos
    O pacote de instalação traz três músicas. Na opção “Rock Band” estão "Welcome Home" (de Coheed e Cambria) e "Tom Sawyer", um dos maiores sucessos da banda Rush. Ambas podem ser tocadas em três versões de instrumentos.
    Já a guia Guitar Hero conta com "Paranoid", talvez a música mais famosa de Black Sabbath, para entretê-lo. Infelizmente só está disponível a faixa para guitarra.
    Mas a boa notícia é que Guitar Rage conta com seu próprio conversor de músicas. Você pode importar canções feitas para outros aplicativos, como o Frets on fire (arquivos FOF) ou o Guitar Zero, diretamente. Para isso, selecione o miniprograma “Conversor” na pasta principal e navegue até o arquivo a ser transformado.
    Facilitando sua vida
    Tradicionalmente você deve pressionar os botões correspondentes às cordas e outro para palhetá-las. Contudo, pensando nas pessoas que jogam pelos teclados, o desenvolvedor inseriu uma opção que requer apenas que você aperte os botões no momento certo.
    Assim, Guitar Rage funciona exatamente como Guitar Hero jogado em um controle normal. Fica muito mais fácil e você ainda não corre o risco de ouvir se computador apitar por não reconhecer diversas teclas simultaneamente.
    Configurações adicionais
    Se algo nas configurações-padrão não lhe agradar, selecione “Configurador” na pasta descompactada. Por esta tela é possível reconfigurar os botões de bateria e guitarra, adicionar comandos para o controle de sua preferência (USB) e até mesmo desativar as animações do game, algo que pode resultar no ganho de desempenho.



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    sábado, 8 de janeiro de 2011

    yugioh 142

    agora mais um duelo tenso Aporia Sem dó ou piedade massacra no grupo de herois e ainda invoca mais um machine God mas qdo tudo parece parece perdido Lua parte para o sacrificio e é reconpensado se tornando o mais novo signatario.






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    campenato de GC Adiado

    fala povo clã por motivo de falta de pessoal o campeonato de gc que rolaria hoje sabado dia 8 foi adiado.
    a nova data ainda não foi marcada mas assim que tiver uma definição aviso aki no blog

    quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

    novidade chocante no yugioh

    no novo ep do 5ds o lua finalmente entra pro time do signatarios com um novo dragão pra botar banca em qualquer um pois o bixo tem 8 estrelas e 2900 de ataque fora o efeito ainda não confirmado






    quando e ep com legenda sair posto aki

    terça-feira, 4 de janeiro de 2011

    Por que os lojistas estão morrendo de medo?

    Quem acompanha as notícias sobre o mundo dos games no Baixaki Jogos deve estar percebendo uma tendência cada vez mais crescente: a distribuição digital de jogos e conteúdo. Com consoles cada vez mais conectados à internet, parecia óbvio que as desenvolvedoras iriam se aproveitar deste tipo de recurso para expandir a experiência de seus games disponíveis nas prateleiras.
    Img_normalMas não estamos falando apenas de DLCs. Cada vez mais temos jogos sendo disponibilizados exclusivamente por meio de redes online, sem venda em lojas. Os preços normalmente abaixo do padrão da indústria não significa menor qualidade, como provam games já clássicos como Super Meat Boy e Limbo.
    Engana-se quem pensa que distribuição digital é sinônimo de jogos simples. Sony e Microsoft já começam a caminhar na venda de jogos completos e consistentes por meio de suas redes online, como é o caso de God of War Collection ou Prince of Persia, na PSN, e uma esmagadora quantidade de títulos para Xbox 360 disponíveis na LIVE. Tudo isso sem falar do Steam, principal plataforma de distribuição online de games para PC.
    Enquanto para os usuários a distribuição digital é uma comodidade a mais, que permite a aquisição de novos títulos sem que seja preciso sair do sofá, os lojistas tem outra visão. Para eles, este tipo de serviço é uma ameaça constante que deve ser controlada. De qualquer maneira.
    Vamos boicotar o Steam!
    De acordo com uma notícia publicada no final de novembro de 2010 pelo site inglês MCV, as grandes redes britânicas de comércio de games estariam prestes a impor um boicote a jogos que apresentassem suporte ao Steam. A ideia seria impedir um monopólio da distribuição digital de jogos para computador.
    Hoje, o serviço da Valve domina cerca de 70% do mercado mundial no segmento. O medo das grandes redes seria a repetição do “efeito iTunes Store”, no qual uma única loja dita os rumos do mercado, como preços e formas de atuação. A loja da Apple é soberana nos EUA e Europa quando o assunto é distribuição de mídia, com todas as outras redes seguindo no encalço.
    As redes britânicas também estariam planejando criar seus próprios sistemas de distribuição online de games. Com isso, vender jogos que apresentem funcionalidades online por meio do serviço concorrente não seria uma possibilidade. Caso as desenvolvedoras não abandonem a integração ao Steam, não haverá outra opção a não ser o boicote.
    As produtoras de games já iniciaram sua reação à notícia. De acordo com Darryl Still, diretor de publicação da 1C Company, a reclamação dos lojistas se deve à falta de visão estratégica. As grandes redes não teriam enxergado a volta no crescimento do mercado de PCs e, agora, estariam correndo atrás do prejuízo.
    “Essa reação se parece com a de uma criança que joga um brinquedo fora quando não o quer mais, mas começa a gritar assim que outra começa a brincar com ele”, afirmou Still, em entrevista ao site Computer and Video Games. Segundo ele, não há outro motivo para o declínio do mercado PCs senão a falta de interesse por parte dos lojistas.
    AImg_normals afirmações do executivo da 1C pode ser apoiada em números. Há dez anos, em 2000, auge do declínio do mercado de jogos para computador, não havia nenhum game para PC entre os 50 mais vendidos no ano. A retomada começa a acontecer em 2007, quando títulos como BioShock e Call of Duty: Modern Warfare alcançaram recordes de vendas na plataforma. Não coincidentemente, ambos foram os primeiros jogos de porte a serem lançados também pelo Steam, que completava seu quarto ano em funcionamento.
    A retomada, porém, não foi sentida nas prateleiras das lojas, que continuavam a renegar jogos para computador em detrimento de títulos para o PlayStation 2, líder absoluto no mercado de games da época. Os lojistas acreditavam não haver mais demanda e, para Still, foi justamente este movimento o responsável pelo crescimento não apenas do Steam, mas de outros distribuidores online como o Direct2Drive e o Impulse.
    O outro lado da moeda
    Uma das armas dos lojistas para combater o avanço da distribuição digital está sendo carregada pelas desenvolvedoras, que apostam cada vez mais em edições especiais, com itens extras exclusivos da edição física. Muitas vezes, certos pacotes são exclusivos de uma única rede de lojas, aumentando as vendas e mandando para longe a ideia de um boicote.
    Em entrevista ao site Gamasutra, o vice-presidente e co-fundador da Activision Blizzard, Frank Pearce, afirmou que as lojas físicas ainda podem fazer o que é impossível para os distribuidores online: atender à paixão dos fãs. A disponibilização de edições especiais tem se mostrado uma tendência cada vez mais constante no mercado de games, e o investimento nos colecionadores tem se mostrado uma estratégia eficiente.
    Um dos grandes exemplos disso é a edição para colecionadores de Resident Evil 5, lançada em março de 2009, na mesma data da versão comum do game. Disponível para ambos os consoles, o pacote trazia o game e um making-of, ambos em um steelbook, além de um colar, uma action figure de Chris Redfield, um logotipo do time de elite do jogo e uma bolsa inspirada na empresa por trás de toda a trama.
    Cerca de três meses após o lançamento, a Capcom anunciou que o título havia atingido a marca de 5 milhões de unidades comercializadas. Poucos dias depois, informou que, incluindo a edição especial, Resident Evil 5 havia vendido mais de 5,6 milhões de unidades. Ou seja, pouco mais de 10% do montante lucrado pela empresa foi oriundo de edições para colecionador.
    O investimento em edições para este público é cada vez mais maciço e brinda os gamers com kits cada vez mais atrativos. O objetivo não é somente alavancar as vendas do comércio tradicional, mas também transformar os jogos em verdadeiras peças de coleção, com lugar especial na prateleira de qualquer fã.
    Praticamente todo jogo prestes a ser lançado hoje em dia ganha uma edição especial. Algumas, porém, chamam mais atenção do que outras. É o caso da Prestige Edition de Call of Duty: Modern Warfare que acompanhava, entre outros artigos, um óculos de visão noturna real, ou a Über Edition de BioShock 2, que vinha com um Big Daddy real autografado pelo diretor do game



    Enquanto isso, no Brasil
    Nos Estados Unidos e Europa, a distribuição digital vai de vento em popa, ameaçando lojistas e causando manifestações de ódio. No Brasil, porém, a entrega de conteúdo por meios tradicionais ainda impera, e o motivo para isso, em grande parte, é a falta de interesse das grandes empresas do segmento.
    Em novembro de 2010, a Xbox LIVE finalmente aportou por aqui, trazendo conteúdo em português e preços em reais, com possibilidade de compra por cartões nacionais. Apesar de ter uma biblioteca de jogos crescente e com cada vez mais opções, a rede brasileira da Microsoft não se compara, em termos de quantidade de títulos, com o serviço americano.
    Na PlayStation Network, o problema é ainda mais grave. A criação de uma conta brasileira permite aos usuários apenas jogar online e não dá acesso à PS Store. A criação de uma conta de outras regiões, como EUA ou Europa, é possível, mas não a compra de conteúdo, já que é necessário um cartão de crédito com endereço no país de origem do cadastro.
    Uma alternativa para as duas redes é a utilização de gift cards, cartões como os das operadoras de celular, que carregam um determinado número de créditos à conta do usuário. Não é difícil encontrar este tipo de produto à venda no Brasil, mas os preços normalmente ultrapassam o valor real dos pontos adicionados, encarecendo os jogos.
    A Nintendo não impõe restrições de uso de seu serviço online e disponibiliza todo o conteúdo do Wii Shop Channel para qualquer usuário. Basta possuir um cartão de crédito internacional para adquirir pontos e usufruir de todos os games disponíveis na rede. O mesmo acontece no Steam, que permite a compra de toda a sua biblioteca de jogos para possuidores de um cartão internacional.